segunda-feira, 26 de maio de 2008

O cerimonial das palavras desacertadas.

Ao meu redor estão sempre as mesmas pessoas. Elas parecem precisar de mim. Estou sempre apagando luzes e fechando portas. Saio por último. Olho de novo só pra ter certeza de que não esquecemos nada. Ás vezes fica uma toalha, um par de sapatos, uma meia-calça perdida. Paciência. Nada que vá fazer muita diferença. À noite, as estradas são todas iguais. Como é difícil dormir em movimento. Estamos lado a lado, mas só consigo te afagar em sonhos. E repito: os espíritos estão vendo tudo. Estou sempre apagando luzes e fechando portas. Saio por último. Ao meu redor estão sempre as mesmas pessoas. Pareço precisar tanto delas. Paciência. Nada que vá fazer muita diferença.

3 comentários:

Diagnósticos verbais disse...

eu faço?

Leonardo disse...

Olá!
Adorei o seu blog.
Palavras sinceras de uma pessoa em constante viver.
Meus parabéns!
Leonardo Valente (MG)
www.lioh.arteblog.com.br

vaηio disse...

um tanto cheio de desacertos, e encontros perdidos.

não somente de palavras, falaria mais dos sentimentos que são provocados e que atordoam qualquer "infeliz" em ser humano.