domingo, 20 de julho de 2008

Quanto tempo o tempo tem?

"Hoje o tempo voa, amor, escorre pelas mãos mesmo sem se sentir..."

(Por muito tempo até que eu deslizei, não deu pra segurar, mas eu tentei, devagar eu tentei...) Hoje não me importo mais (tanto) ao que pertenço, o que nós participamos ou não eu vou ignorar, e eu não vou perder meu tempo me adaptando porque eu não acho que ser diferente é pecado, sempre gostei mais das exceções do que da própria razão ou das tais regras que as pessoas insistem em seguir. O que eles dizem é: “volte para onde você veio”. Eles lhe dirão isso, mas eu não quero ouvir.

Felicidade é conceito pesado, necessidade que me esmaga, ai de mim se sofrer, coisa de louco, o certo é ser feliz o tempo todo, lágrimas mesmo de felicidade são mal vistas.

Entretanto, enquanto o tempo passa, mas finge não acabar, inventam-se fantasmas de pessoas que ainda não morreram. A visão duplica os afetos e as percepções. Umas sentem aquilo que não existe para sentir, outras sentem as marcas cravadas na pele do que não tem imaginação para existir.

O tempo é um abismo interminável mesmo, e a gente às vezes se esvaece, tal e qual névoa, no meio da queda, e outros que caem depois da gente não percebem nossos rastros.

Muitas vezes, não há nada que você possa fazer, mas você pode aprender como ser com o tempo.


"...Não há tempo que volte, amor, vamos viver tudo o que há pra viver, vamos nos permitir..."

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  • Primeiro Selo.
Então,
Ontem ganhei meu primeiro selo nesses menos de 2 meses de blog.
Agradeço ao Rômulo do Silêncio Coletivo por ele.
Obrigada também pelo comentário que fez ao Labirinto, e ah, nem preciso dizer o quanto que aprendo com seus textos e o quanto que eles me fascinam e me prendem, fazendo minha pupila dilatar. Haha.
Como, igualmente ao Rômulo, tenho meu lado (mais forte), que evita tantas regras, vou ser breve.

Irei repassar para dois outros blogs, que conheci a pouquíssimo tempo, mas que são daqueles tipos de texto que deixam meus olhos vidrados do início ao fim.

O selo vai pra Vanessa e seu “coração piegas” do Essência no ar.
E pra Maíra e toda a sua simpatia do Maíra em palavras.

E a vocês, que receberam, também façam como preferirem. Postem, ou não; agradeçam, ou não. Afinal, ainda existe o livre arbítrio, mesmo que um tanto escasso. Haha.

7 comentários:

greatdj disse...

Seu blog não é tão mal assim...
Seus textos não ruins assimm...

Parabéns!

Eu sempre pensei que não temos tanto tempo assim, dizem que temos todo o tempo do mundo, só que o mundo tem 2.000 anos! Se a Dercy,que era a Dercy foi só até os 101! Eu vou chegar aos 2000?

Dário Souza disse...

Parabens pelo selo

xD .

r a f a disse...

vc escreve muito bem. gostei!

Vanessa disse...

yashaaaaaaaaa!
Obrigada pelo selo, querida. Obrigadíssima...porque como vc msmo disse, conheci isso aqui tem pouco tepo mas ja adoro vir aqui te ler=]]
Obrigada mesmo...no proximo post repasso...

Linda, depois comento sobre o post viu?
Vir aqui agradecer logo o selo só que não vai dá pra ler porque estou na correria. Mas tarde leio com calma...

beijaoo

saarinhacosta disse...

o tempo todo o tempo passa e assim as pessoas passam, problemas passam, everything. O melhor de tudo, é que agente pode lembra com o tempo e até perceber as burradas que fez.

Parabéns!!!!!!!!! *INVEJA*
saudade ;D

Rômulo disse...

Agora fiquei até orgulhoso com todos esses elogios!
Não me acho assim tão bom a ponto de ensinar alguém com o que escrevo, mas fico feliz de ver que alguém pensa diferente de mim!
Você merece esse selo!

Sobre o post, bem, esses tais fantasmas de pessoas que não morreram costumam ser os piores, porque ainda existem. O tempo apaga algumas memórias, mas também reforça outras.
Hoje estou pouco filosófico, por isso serei breve.

Beijos!

Maíra Charken disse...

Ôpaaaa!!! Quanta honra! Tô aqui pra agradecer o presentinho. Que selinho mais bonitinho... Hehehe... Encaro como presente de aniversário! Valeu, linda! Sucesso pra ti!