Um tanto tranqüila. Falante, dançante, cantante. Um tanto (muito) ciumenta com quem é realmente importante. Por vezes, um tanto frenética. Uma vontade de carinho, um tanto de saudade, uns abraços apertados, um amor sem medida, umas crises de riso e mais um tanto de choro. Umas bobagenzinhas, um pouco de surtos. Um tanto de gente, um tanto de coisa, um tanto de vida querendo explodir.
Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto, esse eterno levantar-se depois de cada queda, essa busca de equilíbrio no fio da navalha, essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo infantil de ter pequenas coragens. (Vinícius de Moraes)
0 comentários:
Postar um comentário